Animais

Novo composto antifúngico de fazendas de formigas – ScienceDaily

[ad_1]

As formigas Attine são fazendeiras e cultivam cogumelos para se alimentar. Pseudonocardia e Streptomyces as bactérias são seus peões, produzindo metabólitos que protegem a cultura de patógenos. Surpreendentemente, esses metabólitos não possuem características estruturais comuns entre as bactérias de diferentes localizações geográficas, apesar do fato de as formigas compartilharem um ancestral comum. Agora, os pesquisadores relatam em ACS Central Science identificaram o primeiro composto antifúngico compartilhado por muitas dessas bactérias em todo o Brasil. O composto pode um dia ter aplicações médicas.

As formigas atinas se originaram como espécie em um lugar na Amazônia, há 50 milhões de anos. Eles evoluíram para 200 espécies que ampliaram suas práticas agrícolas na América do Sul e Central. Em troca de comida, as bactérias nessas fazendas produzem pequenas moléculas que contêm fungos patogênicos, como Escovopsis Baixo controle. No entanto, essas moléculas diferem de região para região, sugerindo uma história evolutiva da bactéria altamente fragmentada e geograficamente limitada. Monica T. Pupo, Jon Clardy e seus colegas queriam descobrir se algum metabólito bacteriano antifúngico com uma distribuição mais ampla havia sido perdido em pesquisas anteriores.

Em um estudo com bactérias do formigueiro em vários locais no Brasil, a equipe descobriu que quase dois terços dos Pseudonocardia cepas produziram um potente agente antifúngico, que chamaram de attinimicina. Essa descoberta marcou o primeiro relato de um metabólito especializado com ampla distribuição geográfica, produzido por bactérias associadas a formigas. Embora esse metabólito fosse seguro para cultura de fungos, ele inibia o crescimento de parasitas fúngicos, embora, ao contrário de muitos antibióticos, apenas na ausência de ferro. Também foi eficaz na luta contra um Candida albicans infecção em camundongos, comparável aos tratamentos antifúngicos contendo azol usados ​​clinicamente, tornando-o um candidato a medicamento potencial. Os pesquisadores determinaram a estrutura da attinimicina e estudaram sua relação evolutiva com dois peptídeos bacterianos semelhantes produzidos por Streptomyces – oxachelin A e cahuitamicina A. Os resultados sugerem que os genes associados nos dois tipos de bactérias vêm de um ancestral comum.

Fonte da história:

materiais fornecido por American Chemical Society. Nota: o conteúdo pode ser editado quanto ao estilo e comprimento.

[ad_2]
Traduzido de Science Daily

Source link

Artigos relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo